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Inocente ‘cumpre pena’ há 8 meses no presídio do Roger, em João Pessoa

Policiais descobriram que preso estava usando identidade de outra pessoa que não tem passagem pela polícia com ajuda de cunhada da vítima

Uma investigação do Grupo Tático Especial (GTE) da Polícia Civil do Litoral Sul resultou na prisão de uma mulher acusada de falsificação de documentos.

Ela foi presa na manhã deste domingo (4) dentro da Penitenciária Flósculo da Nóbrega, o Presídio do Roger, em João Pessoa, quando visitava o esposo Bruno Cândido de Sousa, que usava identidade falsa como sendo José Roberto Silva.

Segundo o delegado titular da Seccional do Litoral Sul, Aneilton Castro, após a prisão de suspeitos de tráfico de droga na cidade de Conde, os policiais civis iniciaram investigações sobre falsificação de documentos pessoais.

“Com a prisão de traficantes – que alguns deles estavam com documentos falsos – começamos a investigar e descobrimos que Aparecida de Oliveira da Silva falsificou diversos de documentos para ter acesso a Bruno Cândido da Silva, que está preso no Roger desde agosto de 2013, após ser preso pelo GOE”, disse Castro.

Conforme as investigações, o delegado concluiu que José Roberto é cunhado de Aparecida de Oliveira e não tem passagem pela polícia. Bruno estaria se passando por José Roberto supostamente para obter as benesses  que a identidade dele proporcionaria, ao caso de ser réu primário,  poderia ganhar liberdade em breve.

“O José Roberto cumpria pena em tese, pelo crime que não cometeu. Ele é uma pessoa de bem e não tem ficha criminal, diferente do Bruno.  Além de falsificar a identidade do próprio cunhado – que é casado com a irmã dela – Aparecida também falsificou uma união estável com outro detento para ter acesso a Bruno.”

Aparecida de Oliveira e Bruno Cândido foram levados para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp), em Manaíra, na Capital. Eles deverão responder pelo crime de falsidade ideológica.

 

Fonte: Portal Correio

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