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Vereador presidiário de Catolé do Rocha é expulso do PPS pela direção estadual

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O vereador eleito de Catolé do Rocha, Bira Rocha, que obteve o mandato no último domingo, 2 de outubro, com 948 votos, apesar de estar preso provisoriamente no Presídio Padrão da cidade, foi expulso ontem do PPS. A providência havia sido solicitada inicialmente pelo presidente do diretório estadual, Nonato Bandeira, aos representantes da instância municipal, que alegaram que o personagem polêmico era um filiado histórico: estava há 13 anos na sigla. Diante da resistência, Nonato recorreu à executiva nacional que procedeu o imediato desligamento de Bira dos quadros do partido.
“Era incompatível a condenação em um processo, estar preso e fazer sua campanha de dentro do presídio. A Justiça eleitoral foi muito falha em permitir que alguém faça uma campanha dessa maneira. A prisão é um isolamento da sociedade. Como ele poderia voltar para fazer campanha e ainda receber o voto da sociedade? Os partidos precisam criar mecanismos de controle mais eficazes e a Justiça Eleitoral também”, declarou Nonato Bandeira ao ParlamentoPB.
No dia da eleição, Bira Rocha foi votar escoltado e levado em um carro da Secretaria de Administração Penitenciária, fez o “v” da vitória, foi aplaudido e teve seu nome escolhido como um dos novos parlamentares municipais de Catolé do Rocha. Ele responde por acusações de pistolagem, tráfico de drogas e violência doméstica.
Creditos: parlamentoPB

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