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Após confronto com 25 mortes, prisão de Roraima registra mais um tumulto

Segundo diretor da unidade, tumulto ocorreu na madrugada e foi controlado.
Confronto entre facções rivais deixou 25 mortos no domingo (16), diz Bope.

Agentes fazem policiamento da unidade minutos após reféns serem liberados (Foto: Valéria Oliveira/G1 RR)Policiais em frente à Peniteniciária que fica na zona Rural de Boa Vista (Foto: Valéria Oliveira/G1 RR)

O diretor da Peniteniciária Agrícola de Monte Cristo, a maior unidade prisional de Roraima, informou que houve um tumulto no presídio durante a madrugada desta segunda -feira (17). A confusão ocorreu entre os presos do regime fechado e foi controlada, de acordo com João Paulo Passos.

Na noite de domingo (17), 25 presos morreram no presídio durante um confronto entre facções, segundo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), e 100 familiares de detentos foram feitos reféns por cinco horas.

Conforme o diretor João Paulo Passos, apesar do novo tumulto, a situação o presídio é considerada “tranquila” na manhã desta segunda. “Houve o princípio de tumulto no regime fechado, mas a situação por enquanto está tranquila no presídio”, declarou Passos.

Ele afirmou que deve haver uma contagem dos detentos na manhã desta segunda para confirmação do número de mortos.

O diretor não informou se os corpos dos detentos já foram retirados do presídio.

O confronto entre presos ligados a organizações criminosas ocorreu às 15h de domingo, que é horário de visitas do presídio.

Durante a confusão,  homens da ala 14 quebraram os cadeados, invadiram a ala 12 e 25 detentos morreram no confronto. Segundo o comandante do Bope, capitão Falkner, sete presos foram decapitados e seis queimados.

Os presos estavam armados com facas e pedaços de madeira, segundo relatou a mulher de um preso que estava dentro do presídio na hora que se iniciou a briga.

Para pressionar os presos, a energia e água do presídio foram cortadas durante a noite. Os familiares 100 reféns, na maioria mulheres, foram liberados por volta das 20h por policiais do Bope.

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