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Em Bayeux: mesmo alertado, Noquinha desobedece TCE-PB e continuou a receber salário maior que o previsto

2017 vai ser um ano difícil dos bayeuxenses esquecerem. A cidade foi imersa em um mar de escândalos, denúncias e manchetes policiais que transformou a vida dos cidadãos do município da Grande João Pessoa em um caos. Faltando uma semana para o Natal, período de paz, harmonia e comunhão com Cristo, mais um escândalo vem à tona na cidade.

Desta vez, o envolvido é o vereador Mauri Batista da Silva. Não conhece? Se trata do presidente Câmara Municipal de Bayeux, que é mais conhecido pelo codinome de Noquinha (PSL).

Em agosto deste ano, o Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) emitiu um alerta recomendando que Noquinha adequasse o seu salário ao valor de R$ 13.505,20, quantia fixada para a atual legislatura, pois o mesmo estava ganhando mais no seu contracheque. 

Pois bem… Balancete do Sagres, ferramenta do próprio TCE-PB, de outubro, mostra que Noquinha continua a receber R$ 15.193,20 o que representa mais de R$ 2 mil por mês recebidos irregularmente. A manter a média no ano de 2017, R$ 24 mil a mais teria sido pago dos bolsos do contribuinte para o parlamentar-mirim.

O pior de tudo é que o alerta do TCE-PB recomendou, também, a devolução do dinheiro extra recebido por Noquinha para que não comprometa as gestões orçamentária, financeira e patrimonial do município. 

Isso indica que, após julgamento de contas do presidente da Câmara, o valor recebido indevidamente deverá ser devolvido como multa. O contribuinte verá a cor do dinheiro novamente?

Durante o processo de caos político que vive a cidade, o papel do parlamento é tentar dar ordem e legitimidade ao Executivo para que a cidade não fique paralisada, ou seja, de suma importância para o funcionamento do município.

Noquinha, que sempre se colocou como a pessoa mais adequada para tal tarefa, se encontra com o nome comprometido em um escândalo, bem como as pessoas que ele tem o papel de julgar e, talvez, até cassar de seus cargos eletivos (Berg Lima e Luiz Antônio, prefeito afastado e interino da cidade, respectivamente).
A pergunta é: ele tem legitimidade para tal?




Do Blog do Diego Lima




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