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Ex- Ken, agora Jessica Alves acusa boate em SP de transfobia: “Fui humilhada”

Modelo diz ter sido impedida de entrar no local em razão de sua identidade de gênero

Jéssica Alves ficou conhecida como ex-Ken humano Foto: Agnews / Thiago Duran

A modelo trans Jéssica Alves, também conhecida como ex-Ken humano, acusou um rooftop de São Paulo de humilhá-la e não recebê-la em razão de sua transexualidade.

Em uma série de stories nas redes sociais, Alves conta ter se sentido “discriminada” por funcionários “mal treinados”. O Tetto Rooftop Lounge, por sua vez, alega que não recebeu a modelo, pois, às quintas-feiras, trabalha exclusivamente mediante reserva ou nome na lista.

– Estou me sentindo completamente discriminada pela Tetto aqui em São Paulo. É uma casa completamente transfóbica, com pessoas não profissionais. Fui humilhada na entrada da casa. Eu não volto aqui, e não recomendo a ninguém essa casa. Acho que eles não deveria estar operando com essa política (…) Não venham aqui, ainda mais se você for uma mulher transgênera – salientou Jessica, na ocasião.

Em relato no Instagram, Alves conta que estava na fila como todos os outros clientes, e que não queria “favores, entrada VIP ou grátis”. Contudo, não foi liberada para entrar “nem pagando”.

– Tinha 2 moças hosts na porta. Ambas antiprofissionais, transfóbicas, ignorantes, mal treinadas. A host de amarelo só faltou cuspir fogo na minha cara quando pensou que eu estava fazendo vídeo dela.

Jessica diz ter permanecido por uma hora na fila de entrada e ter recebido apoio de um segurança do local, que teria ficado “indignado”.

– Um grupo de 5 meninas tinha o nome em lista e as próprias tinham que pagar 350 reais para entrar. Eu, então, voltei e falei com a host mais uma vez diz aquelas meninas sairão, então você pode me encaixar no lugar delas, eu pago o que for! E a minha entrada foi negada mais uma vez [pelas hosts] – disse.

O Tetto, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que a entrada de Jessica não foi permitida, assim como a de outras pessoas no local, pois era necessário fazer reserva e respeitar a “capacidade de espaço” do local. O estabelecimento disse ainda que não coaduna com qualquer tipo de discriminação.

Em resposta, Jessica anunciou que fará uma live neste sábado (15) às 17h30 para responder a perguntas dos seguidores sobre o caso.

– Fui humilhada sim na porta do Tetto Lounte, só porque sou uma mulher trans – reiterou.

CONFIRA A NOTA DO TETTO ROOFTOP LOUNGE


Nós, da equipe Tetto Rouoftop Lounge, lamentamos o ocorrido com a modelo e apresentadora Jéssica Alves, na última quinta-feira (13). Às quintas-feiras, a casa funciona apenas para convidados mediante reservas e nome na lista, respeitando a capacidade do espaço e conforto dos clientes.

Por este motivo, não pudemos autorizar a entrada dela e de outras pessoas que desejavam ingressar no local. Estamos de portas abertas para recebê-la em outra oportunidade.

Não toleramos ou iremos tolerar violência e práticas preconceituosas por parte de nossos frequentadores e funcionários, que são treinados para lidar com o público de maneira ética. Prezando pelo respeito aos clientes, não promovendo nenhum tipo de restrição social, de crença, gênero, cor de pele ou raça.

Nossa missão é gerar experiências de entretenimento de qualidade a todos os cidadãos que desejarem frequentar o Tetto indistintamente.Siga-nos nas nossas redes!

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