Pimentel e o partido acionaram o Tribunal Regional Eleitoral de MG por conta de supostos casos de calúnia e difamação e o diretor do Foro Eleitoral de Belo Horizonte, o juiz Renato Luiz Faraco, encaminhou o caso à PF para que seja aberta uma investigação.
O envolvimento do Facebook se dá pelo fato de os ataques ocorrem em páginas hospedadas na plataforma, que no Brasil é administrada pela Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. Alguns de forma anônima.
Mas quatro usuários da rede social também serão investigados: Cristiano Alves Guimarães, Tomas Soares, Lucas Gontijo Guimarães e Carlucio Santos Carvalho, acusados por Pimentel de promover “verdadeiro achanque à sua figura em duas páginas” do Facebook.
O Estadão, que noticiou o caso, ressalta que nas páginas dos envolvidos há críticas ao PT e, ao menos da de Lucas Gontijo, também aparecem elogios ao senador Aécio Neves, que deve disputar a presidência pelo PSDB.
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