Foi na Universidade de Pequim, onde médicos decidiram adotar a técnica para operar um garoto de 12 anos. Ele tinha um tumor maligno na medula espinhal e teve uma seção da vértebra do pescoço substituída por uma peça artificial.
Ela foi feita com pó de titânio, comumente usado nessas situações. Mas há uma grande diferença em relação aos implantes tradicionais: não foi preciso usar parafusos ou cimento para a fixação.
Isso porque a impressão 3D permite a criação de peças em qualquer formato. Liu Zhongjun, diretor do Departamento de Ortopedia da universidade, ainda foi além e fez pequenos poros no implante para que os ossos possam crescer no seu entorno.
Moradores de cidades do interior da Paraíba registraram uma chuva de granizo na tarde desta…
A 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital publicou a Portaria nº 01/2026, que…
Na manhã desta quinta-feira (5), a Polícia Federal deflagrou a 38ª fase da Operação DISCOVERY,…
O ex-deputado federal pela Paraíba Julian Lemos (UB) voltou ao centro dos debates políticos após…
O Coronel Lima, atual comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar da Paraíba, sediado em…
Nesta quarta (16), o juiz da 1ª Vara Criminal da João Pessoa absolveu a ex-delegada…