Segundo a delegada Alba Tânia, o jovem foi preso no ambiente de trabalho; ele agia com violência com as vítimas
As investigações para prender o homem que abordava as mulheres, ameaçava as vítimas e praticava sexo com elas começaram no dia 11 de janeiro deste ano. O alvo dele foi uma adolescente de 17 anos. A garota confessou que foi obrigada a fazer sexo com o homem em um terreno baldio sob ameaça de morte.“A garota prestou queixa na delegacia e deu todas as características físicas do suspeito, como detalhes do carro usado por ele. A menor revelou que manteve sexo com ele. O homem era agressivo com suas vítimas. Após a denúncia, começamos a investigar e a caça ao suspeito”, revelou a Alba Tânia, delegada titular da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Infância e Juventude de Campina Grande.
Dias depois, uma mulher prestou queixa revelando ter sido estuprada por um homem. Foi colhido o depoimento da vítima e os detalhes fornecidos pela jovem coincidiram com as características reveladas pela adolescente. “Após o depoimento, tivemos a certeza de que se tratava do mesmo homem que estaria praticando os estupros. As investigações foram intensificadas cada vez mais”, falou a delegada.
No domingo (24), mais uma mulher foi estuprada em Campina Grande. Ela foi ouvida pela delegacia especializada e as autoridades policiais não tiveram mais dúvida: o suspeito fez mais uma vítima. “Nossos investigadores caíram em campo e através de imagens de câmeras de segurança conseguimos identificá-lo. As queixas feitas pelas vítimas foram fundamentais para chegar até o autor dos crimes. Exames já confirmaram os abusos”, adiantou Alba Tânia.
“O operador de CD confessou os estupros e disse que já teria abusado de cerca de cinco mulheres. Ele não demonstrou arrependimento pelos crimes. Na hora dos abusos, o homem era muito violento e algumas vítimas ficaram com hematomas”, adiantou a delegada.
O jovem foi preso no ambiente de trabalho no Centro de Campina. Ele não tinha passagem pela polícia. O rapaz foi levado para o Presídio Padrão da cidade onde ficará a disposição da justiça. Se condenado, ele pode pegar uma pena 6 a 10 anos de prisão.
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