Também existem túmulos servindo como depósito de lixo e depredados pela ação de vândalos, além do mato tomando conta de onde deveria ser o local de caminhar dos pedestres que ali frequentam.
Para a dona de casa Rose, que constantemente realiza visitas ao túmulo de sua mãe, que morreu há mais de um ano e está enterrada no cemitério do Cristo Redentor, a dor da perda é muito grande, mais a sensação de descaso ao chegar ao cemitério também não é para menos.
“É uma falta de respeito muito grande com os familiares e também com quem já não vive mais. Aqui o mato e o lixo tomam conta dos túmulos, as ruas do cemitério sem pavimentação, além de alguns túmulos depredados. Então não tem como não ficar insatisfeita e triste”, desabafou.
De acordo com o administrador do cemitério do Cristo Redentor, localizado no Cristo, Milton Fabiano, para cada sepultamento é cobrada uma taxa rotativa de R$ 25 por dois anos e que a obrigação da Prefeitura é manter a limpeza geral, mas a limpeza dos túmulos tem que ser feita pela família, Já a pintura é realizada três vezes ao ano, sendo no dia das mães, dos pais e finados.
Ao todo, a Capital conta com seis cemitérios públicos: São Sebastião, no Muçumagro/Valentina, que atualmente está desativado; São José, em Cruz das Armas; Nossa Senhora da Penha, no bairro da Penha; Santa Catarina, no Bairro dos Estados; Boa Sentença, no Varadouro, além do cemitério do Cristo Redentor, localizado no Cristo.
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