O profissional, contratado pela Folha de S. Paulo, afirma que, no entanto, “não dá para falar com que propósito” as edições ocorreram.
“É como um documento impresso que tem uma rasura ou uma parte adulterada. O conjunto pode até fazer sentido, mas ele facilmente seria rejeitado como prova”, disse Santos.
A Procuradoria Geral da República afirmou que a gravação divulgada é “exatamente a entregue pelo colaborador e sua autenticidade poderá ser verificada no processo”.
“Foi feita uma avaliação técnica da gravação que concluiu que o áudio revela uma conversa lógica e coerente”, declarou o órgão, na noite dessa sexta (19).
O Palácio já havia levantado a hipótese de adulteração do áudio e, por isso, decidiu enviá-lo a peritos. Segundo a coluna Painel, também da Folha de S. Paulo, se comprovados os cortes, o governo vai reforçar a tese de que Temer foi vítima de uma “conspiração”.
A assessoria da JBS foi procurada para comentar o caso, mas disse que a empresa não comentará o caso.
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