sao paulo-15-05-2011- No início desta madrugada,uma quadrilha arrombou a porta do supermercado da rede Econ na Rua luiz Antônio de Adrade Veira, no Jardim Trianon, em Taboão. Antes, dois irmãos do dono, que moram no subsolo do prédio, foram amarrados pelos assaltantes, que estavam encapuzados e armados de fuzis e metralhadoras. A quadrilha utilizou um dos veículos em que chegou para derrubar a porta, detonou o caixa e fugiu, levando o dinheiro que estava no cofre- foto- grizar junior/ae
De forma econômica, um assalto, por menor que seja, é um investimento. Planejamento, procura por “sócios” confiáveis, adquirir de maneira segura os instrumentos do seu trabalho, tudo requer tempo e dinheiro. Afinal, até no mundo do crime é preciso ter dinheiro para tomar o dinheiro alheio.
E fora todos os riscos inerentes a um investimento financeiro, o assalto é crime, podendo acabar com prisão ou morte.
Os riscos para as quadrilhas especializadas em explosão de caixas eletrônicos parece que aumentaram, transformando em prejuízo o negócio rentável de assaltos. Um exemplo foi o ataque ao caixa do Bradesco na cidade de Bananeiras, acontecido no último dia 25. De acordo com a Polícia MIlitar, os suspeitos chegaram armados e, além da explosão, também dispararam vários tiros.
O ataque aconteceu por volta das 2h e, segundo os moradores, o grupo primeiro disparou vários tiros. Em seguida, eles ouviram a explosão. Se o banco agora tem que reformar seu ponto de atendimento e repor o dinheiro, o grupo responsável pela ação criminosa saiu de “mãos abanando”.
Os caixas explodidos em Bananeiras possuiam uma tecnologia que inutiliza as cédulas em caso de violação. A tinta antifurto tinge de uma cor específica as notas, tornando os “lucros” dos criminosos nulos. Além de oferecer muitos riscos, o negócio de explosão de caixas agora não tem mais nenhuma rentabilidade. A população espera que com a diminuição da rentabilidade, os ataque terminem.
Segundo o secretário de comunicação do Estado, Luís Torres, essa adequação isso é fruto da cobrança e pressão do governo ao longo dos anos: “Falamos com bancos, com a Febraban e as federações.
O governo não tem condições de colocar um grupamento policial em cada banco, cada banco tem que garantir a sua própria segurança, eles estavam deixando suas agências e postos extremamente vulneráveis”. Ainda segundo Torres, as medidas irão coibir a ação dos bandidos e garantir mais segurança para todos.
Créditos: Polêmica Paraíba
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