Na semana passada, a FIFA realizou o seu primeiro teste com o VAR (Árbitros Assistentes de Vídeo, em inglês), durante um amistoso entre a França e Itália, em Bari.
A tecnologia permite que os assistentes de arbitragem vejam a partida em um local separado para que possam analisar situações controversas e depois passar a opinião para o juiz do jogo, além de vídeos e imagens.
No entanto, neste primeiro teste o árbitro holandês Björn Kuipers não contou com o auxílio de vídeos, pois o estádio não estava equipado com telões. Por isso, todo o contato com o VAR foi feito por meio de rádio.
O VAR conseguiu detectar duas cenas polêmicas ao longo de todo o jogo. O primeiro foi quando Djibril Sidibé foi derrubado por Daniele De Rossi nos quatro primeiros minutos de jogo. Já a segunda ocorreu na grande área, quando um cabeceamento de De Rossi foi, supostamente, interrompido pela mão do zagueiro francês Layvin Kurzawa.
Segundo Kuipers, a tecnologia fez com que os jogadores aceitassem as decisões tomadas com maior facilidade. Na primeira jogada, por exemplo, os jogadores pressionavam o arbitro a dar um cartão vermelho, após a analise do VAR, eles aceitaram o cartão amarelo sem tumulto.
“Nós viramos uma nova página no livro da história do futebol”, afirmou o presidente da FIFA, Gianni Infantino. “Após esta experiência muito agradável, vamos ver para onde os testes com VAR estão levando. Vamos continuar com os testes até 2018”.
O próximo teste deve acontecer no dia 15 de novembro, quando a Itália irá enfrentar a Alemanha.
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