A ideia, segundo os organizadores, é mostrar para toda a sociedade e opinião pública a importância da vaquejada no Nordeste, como movimento cultural, atividade econômica, fonte produtora de renda e geração de emprego.
A preocupação é que precisamos unir forças, através do poder público, para que a gente impulsione a votação do Projeto de Lei, que tramita no Senado, que reconhece a vaquejada e o rodeio como atividades culturais. Já foi aprovado pela Câmara e, agora, precisa passar pelo Senado”, relata Valter Trigueiro Júnior, um dos coordenadores do movimento.
Debates na AL e na CMJP
O assunto deve ser discutido na AL e na CMJP, nos próximos dias. Na Assembleia, dois requerimentos para realização de audiência pública vão ser apresentados amanhã (11); um de Raniery Paulino (PMDB) e outro de Arthur Cunha Lima Filho (PRTB). Na Câmara, o pedido de audiência será feito pelos vereadores Dinho (PMN) e João dos Santos (PT do B).
Porque se permanecer a decisão do STF os danos serão enormes. A gente não tem noção do que vai acontecer com o Nordeste. São mais de um milhão de empregos diretos e indiretos”, argumenta Valter Trigueiro Júnior.
Na sessão desta terça-feira, na AL, o grupo pró-vaquejada vai entregar aos deputados e a mesa diretora uma nota de repúdio à decisão do STF.
Nas ruas
A movimentação nas ruas só está começando. Grupos que relacionam a atividade a maus-tratos aos animais se organizam numa contraofensiva, caso haja sinais de mudança de rumo no STF.
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