O condenado seria agiota e teria sido o intermediário entre o mandante do duplo homicídio e os demais envolvidos, pois ele teria ficado responsável por contratar os executores e passar todas as coordenadas.
O Tribunal do Júri do Fórum Afonso Campos condenou, na noite desta quinta-feira (20), a 54 anos e seis meses de prisão, em regime fechado, mais um envolvido no crime de execução de casal padrinho de casamento, em Campina Grande.
Segundo a acusação, o condenado seria agiota e teria sido o intermediário entre o mandante do duplo homicídio e os demais envolvidos, pois ele teria ficado responsável por contratar os executores e passar todas as coordenadas.
“Ele foi condenado por dois homicídios e por duas tentativas”, disse o advogado Roberto Jordão de Oliveira, que atuou no julgamento como assistente de acusação. O jurista explicou que antes da concretização do crime houve uma tentativa frustrada e, na ocorrência em questão, um homem chegou a ser baleado.
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