O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), é alvo de mandado de prisão preventiva, quando não há prazo para ser solto, nesta quinta-feira.
Ele é investigado em duas frentes – a Lava Jato e outra que tem como foco esquema de corrupção envolvendo a construtora Delta, do empresário Fernando Cavendish. Delatores citaram o nome de Cabral e o relacionaram a recebimento de propinas milionárias.
A mulher do ex-governador, Adriana Ancelmo, foi alvo de condução coercitiva. Em depoimento, Cavendish contou que deu de presente um anel para ela de R$ 800 mil em julho de 2009, durante uma viagem a Mônaco, da joalheria Van Cleef & Arpels. De ouro branco e brilhantes, o anel foi pago no cartão de crédito do empresário. Adriana é suspeita de lavagem de dinheiro por meio do seu escritório de advocacia.
A PF batizou a operação de Calicute. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões. O esquema de corrupção aponta pagamento de propina de 5% a 6% para a execução de obras no Rio de Janeiro, incluindo a reforma do Maracanã, no período do governo de Cabral.
A apuração em curso identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas.
A investigação é tocada em conjunto pela Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público.
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