Lula já foi condenado por Moro em julho passado a 9 anos e meio de prisão por ser beneficiário de um tríplex no Guarujá (São Paulo) ofertado por outra construtora, a OAS, em troca de sua influência para obter contratos na Petrobras.
O líder do PT pode recorrer da sentença em liberdade, mas se for confirmada em segunda instância, será difícil evitar a prisão, impugnando uma possível candidatura nas eleições de 2018.
Mas o ex-líder sindical se declara inocente e denuncia uma perseguição que visa impedir seu retorno ao poder e acabar com seu partido, o PT.
Essa linha de defesa está quase caindo por terra, uma vez que seu ex-ministro da Fazenda e membro da cúpula do PT, Antonio Palocci, afirmou na semana passada a Moro que a denúncia que será tratada nesta quarta “procede porque os fatos relatados nela são verdadeiros”.
O PT anunciou que irá se mobilizar para apoiar seu líder histórico em Curitiba, mas há quem duvide que o número chegue às 7.000 pessoas que se reuniram por ocasião do primeiro interrogatório, em 10 de maio.
O enfraquecimento de Lula deve obrigar o PT a elaborar um “plano B” para 2018, mesmo que ninguém fale disso abertamente.
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