O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), opinou sobre política partidária em entrevista aos jornalistas Kelly Mattos e a Luciano Potte.
Ele acusou o ex-juiz Sergio Moro de vazar propositalmente a delação do ex-ministro do PT Antonio Palocci no segundo turno de 2018 com o propósito de favorecer Jair Bolsonaro.
Sem apresentar provas, o integrante da Suprema Corte colocou em xeque a ‘ética’ do ex-juiz da Lava-Jato.
“Ele (Moro) estava muito próximo desse movimento político, tanto que no segundo turno ele faz aquele vazamento da delação do Palocci. A quem interessava isso? Ao adversário do PT.
Depois, ele aceita o convite, que é muito criticado, para ser ministro deste governo Bolsonaro, cujo adversário ele tinha prendido. Ficou uma situação muito delicada, se discute a correição ética desse gesto”opinou.
Questionado se houve uma intenção política premeditada por parte de Moro ao publicar a delação, respondeu Mendes: “A mim me bastam os fatos. O vazamento desta delação naquele momento tinha o intuito que se pode atribuir”, disse.
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