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Desaparecimento do menino Guilherme em João Pessoa completa cinco meses

Guilherme, de 7 anos, desapareceu no dia 10 de fevereiro. IPC não confirma DNA de ossada e Polícia Civil não tem novidades sobre o paradeiro da criança.

 

Cinco meses após o desaparecimento do menino Guilherme, de sete anos, em João Pessoa, o paradeiro da criança segue desconhecido pela família. No dia 15 de junho, uma ossada foi encontrada em Gramame e foi levantada a suspeita de que poderia ser de Guilherme. No entanto, o Instituto de Polícia Científica (IPC) informou nesta terça-feira (10) que o laudo sobre a identificação da ossada ainda não foi concluído.

Na segunda-feira (9), o desaparecimento completou 150 dias. A criança desapareceu enquanto brincava na frente de casa, no bairro Costa e Silva, em João Pessoa, no dia 10 de fevereiro.

De acordo com o chefe do setor de DNA do IPC, o órgão recebeu a amostra de um osso, do material encontrado em uma mata de Gramame. No entanto, o material ósseo demanda mais tempo para liberação do laudo. Segundo Sérgio, a falta de reagente para fazer a calcificação foi a causa da demora. Ele também explicou que não há precisão para que o laudo seja concluído.

Durante os primeiros dias após o desaparecimento, buscas foram realizadas em uma mata situada próxima à comunidade Taipa, onde a família mora, por equipes da polícia, do Corpo de Bombeiros, familiares e vizinhos, no entanto, não houve sucesso.

G1 tentou entrar em contato com o delegado responsável pelo caso, Reinaldo Nóbrega, mas não obteve resposta. No entanto, de acordo com a Secretaria de Segurança e Defesa Social (Seds), não há mais novidades sobre o caso.

Caso Guilherme: menino continua desaparecido

Caso Guilherme: menino continua desaparecido

 

Entenda o caso

 

No fim da manhã do dia 10 de fevereiro, Guilherme saiu para brincar com um vizinho, mas não voltou para almoçar. “Eu arrumei a casa toda e depois pedi para meu filho chamar o irmão para comer, que o almoço estava pronto, daí uma menina falou que ele saiu de onde estava brincando. Eu entrei em desespero para procurar ele, porque ele nunca tinha saído daqui”, relatou Valdenice.

À época, a mãe do menino disse que o filho nunca passou muito tempo longe de casa e que acreditava que ele havia sido sequestrado. “Ele é um menino feliz, alegre, que se dá com qualquer pessoa. Quando a gente fala dele e mostra uma foto, entra logo em desespero. Só peço que se ele estiver em cativeiro, ou se estiver morto, que alguém me diga alguma coisa”, pediu.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Guilherme pode ser repassada à polícia, de forma sigilosa, pelo Disk Denúncia 197 da Polícia Civil ou pelo Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop), por meio do 190.

 

 

Paraíba em Minuto com G1 Paraíba

 

 

 

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