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Fórum dos Servidores protocola no MP pedido de investigação sobre supostas propinas a secretários estaduais

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O Fórum dos Servidores Públicos Civis e Militares da Paraíba protocolará às 11h desta quinta-feira (25) no Ministério Público Estadual, pedido de investigação sobre denúncia veiculada na internet, que informa esquema de distribuição de propinas a secretários estaduais de Ricardo Coutinho.

Segundo a denúncia, durante uma blitz de rotina a polícia interceptou um veículo modelo Fox, placas DYE-5922, flagrado transportando a quantia de R$ 81 mil reais, sacada na Agência do Banco do Brasil de Benfica, no Recife.

Ainda segundo informações, ao lado da quantia os policiais apreenderam um papel com a orientação para a distribuição do dinheiro que seria entregue a Gilberto Carneiro, atual procurador geral do Estado, Livânia Farias, atual secretária de Administração, Coriolano Coutinho, irmão do governador Ricardo Coutinho, e Dra Laura Farias, da Sudema.

À época, o caso teria sido encaminhado à Delegacia de Repreensão à Entorpecentes e os delegados Allan Terruel; Aldrovilli Dantas; Marcos Vilela, Ramirez Pedro, Daniela Vicuuna; Dulcineia Costa; Marcos Lameirão e Jeferson Vieira foram chamados para auxiliarem nas investigações. O secretário de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, também foi chamado e levou o caso ao conhecimento de Ricardo Coutinho, que determinou que o caso fosse “abafado” e excluído dos arquivos da Polícia da Paraíba.

O outro lado

Em Resposta a denúncia, a coligação encabeçada pelo governador, Ricardo Coutinho, candidato a reeleição, publicou uma nota:

“A coligação A Força do Trabalho, encabeçada pelo Partido Socialista Brasileiro, informa que, por meio de sua assessoria jurídica, adotará as medidas cabíveis junto ao Ministério Público e a Polícia Federal no sentido de buscar identificar os autores anônimos do conteúdo irresponsável, calunioso e depreciativo, postado contra pessoas ligadas ao governador Ricardo Coutinho, com o objetivo criminoso de tentar denegrir a imagem do chefe do Poder Executivo da Paraíba e candidato à reeleição, em pleno período de reta final da campanha eleitoral.

Paralelo a tais medidas, o jurídico da coligação ingressará com as devidas representações judiciais contra aqueles que, com notória má-fé e interesses eleitorais escusos, se prestarem a difundir essa informação caluniosa.

De maneira sórdida e anônima, o autor do crime fez circular emails e criou um link na Internet contendo uma história fantasiosa envolvendo, irresponsavelmente, integrantes do governo e o irmão do governador. A fórmula é a mesma adotada em outras campanhas eleitorais: se aposta na impunidade e escolhe-se covardemente o anonimato, disfarce próprio de quem rasteja no subterrâneo da política, para disseminar de forma irresponsável, servindo aos interesses daqueles que se beneficiam com isso, as mais absurdas calúnias no caviloso desejo de abalar a imagem do governador Ricardo Coutinho.

A Coligação A Força do Trabalho pedirá que a Polícia Federal conduza urgentemente uma busca e identifique de onde partiu o email, que circulou para diversos endereços sob a assinatura verdadepb@mail.nu, e quem confeccionou a página na Internet, responsabilizando criminalmente o autor do material apócrifo e mentiroso, assim que ele for identificado, e descobrindo a quais interesses ele serve.  Simultaneamente, provocará ainda a Justiça Eleitoral para que tome as devidas providências em nome das garantias conferidas aos candidatos.

O fato mencionado pelo material nunca prosperou junto às autoridades competentes e foi considerado uma verdadeira trama política, tendo sido devidamente arquivado à época, após o próprio governador Ricardo Coutinho formular a denúncia ao Ministério Público do Estado, dizendo-se alvo de uma armação com objetivo de forçá-lo a tomar decisões administrativas que considerava inapropriadas ao momento.

A Coligação A Força do Trabalho lamenta que a campanha tenha chegado a um nível tão abaixo da terra e renova sua crença na Justiça, nas autoridades policiais e, principalmente, no discernimento do paraibano, que nunca se deixou ser usado nas campanhas como espectador passivo de um grande circo de horrores patrocinado pelos que desejam o retrocesso da Paraíba.”

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